Introdução

Tudo ocorreu tão rápido. No dia 25 estava decidido que eu iria passar o natal com uma família comlobiana. Colômbia, idioma espanhol, é claro que me deu calafrios enormes, por sorte, há um australiano nesta família, então supus que eles iriam falar tudo em inglês.

But! Aconteceram algumas coisas e não deu pra passar o natal com eles. Logo, me tratei de arrumar alguma coisa pra fazer, daí eu me lembrei que um aussie havia me conivdado a passar o natal com a família dele. Lá, ele me convidou a uma viagem pra Sydney de… Carro.

Ora, de carro custa 11horas! São quase 900 kms de Melbourne, mas foi ótimo conhecer as cidadezinhas australianas. Saí as 7horas da manhã de casa. Foi horrível, tive que acordar 6:30, nem estava mais acostumado depois que entrei em férias. Durante a viagem, passei por Benalla, Beechworth, Wodonga, Holbrook, Little Billabong, Gundagai. Nessas cidades de nome excêntricas, você encontra pessoas mais simpáticas do que você imagina encontrar e com um sotaque um pouquinho diferente. Frustrante é que eles não me entendiam muito bem.

Beechworth.

Sydney

Sem dúvida alguma é maior que Melbourne. É notável que as ruas não foram planejadas chegando em alguns pontos ser bem confuso saber se você continua na mesma rua. Enfim, achei a cidade meio confusa, vire e mexe eu tinha que olhar no mapa para me dar conta onde estava. Há muitos policiais, nunca ouvi tantos sons de sirenes e nem tantos carros da polícia cortando a cidade.

A cidade tem muita gente. Bom, na verdade isso não é verdade. Acredito que o fato seja que o centro é bem condenso, então as ruas ficam entupidas facilmente.

Em alguns pontos do centro é possível ver um monotrilho elevado passando próximo a sua cabeça e quase batendo nos prédios.

A cidade com Opera House.

A cidade com Opera House.

Backpacker ou Hostel

Óh! Quem nunca foi pra Austrália e não ficou pelo menos um dia num albergue? Bom, a experiência não foi ruim, pois fiquei num quarto com um colega meu. Mas há quartos, onde você compartilha com pessoas que você nunca viu na vida e que podem ser facilmente um outro estrangeiro. É nesses quartos onde você sente mesmo o que é se alojar num albergue.

O local do backpacker fica num ponto da cidade, no qual eles chamam de Sydney CBD (Central Bussiness District). O único ponto negativo é que 5 minutos à pé (a oeste) você dá de cara com o Chinatown.

O backpacker era perto do monotrilho.

O backpacker era perto do monotrilho.


Manly Beach

O point dos brasileiros. Se não fosse pela alta quantidade de turista e tudo estar escrito em inglês, em alguns momentos, eu até diria que estive num Brasil diferente. O bairro dá com duas praias. Uma é bem pequeneninha com água cristalinas; outra é maior, lembrando as praias brasileiras. No dia em que estive lá a água estava muito gelada. Portanto nem nadei.

Manly Beach.

 

Opera House

Nada de espetacular. O burburinho que fazem daquele “edifício” é enorme. Eu esperava mais.

Ah! Acho que ele merecia um pouco mais limpeza. Encontrei bastante teias de aranha.

Opera House.

Habour Bridge

Eu só conhecia essa ponte por causa das imagens do ano novo que ocorrem por lá. A ponte é longa, grande e um fato que achei interessante é que dá pra subir nela. Difícil explicar, então ignore esse fato.

Harbour Bridge.

 

Darling Harbour

Lembra muito a Expo Aichi. Claro, no lugar de atrações entram restaurantes. A linha do monotrilho passa por lá também.
Tudo é muito bonitinho, então foi sem graça.

Darling Harbour.

Kings Cross

Cheio de pubs, night clubs e ruas as dão inúmeras curvas. É um bairro um pouco afastado do centro da cidade.

Fiquei meio fudido quando me barraram nos pubs só porque estava de short.

Quando estava indo pra lá, na Willian Street, bem na sua frente você encontra um enorme outdoor da Coca-cola. Beem capitalista.

Outdoor da Coca.

Outdoor da Coca.

Conclusão

Sydney é uma cidade bonita, mas não escolheria a cidade para morar. Prefiro Melbourne.

 

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