Kiwis cavalgando em NZ.

Kiwis cavalgando em NZ.

Nesse bimestre houve duas excursões com a escola e como o preço estava estupidamente barato eu fui neles. O primeiro foi um snorkeling nas águas próximas de Quenscliff e o segundo foi um passeio estranhamente rápido no Great Ocean Road. Os dois foram ótimos, mas não vou dizer que o seguindo poderia ser melhor se houvesse mais tempo para apreciar os lugares.

Anyway, na próxima sexta-feira a escola irá nos levar na região de Lorne para… Cavalgar. Disseram que nesse “passeio” eu irei conhecer o gosto do clima Bush australiano. Por me custar AUD20 e não precisar ter que enfrentar uma tonelada de seminários dos meus colegas de classe, por que não passar meu tempo cavalgando. ;)

Ah, juraram que iriam me oferecer um cavalo manso, no caso da minha inexperiência… Menos mal, não é?


Listening: Hate (I Really Don’t Like You) – Plain White T’s.

Fear of public.

O curso já está acabando. O week 8 acabou de passar e só tenho mais duas semanas.

A próxima semana, irei enfrentar uma pilha de provas… Todas pra medir se eu passo como Advanced ou não. Até agora eu fui relativamente bem, mas como sempre o Speaking é meu calcanhar de aquiles. Quando fico nervoso, o idioma não saí e esse é meu maior medo. =/

Enquanto as pessoas, tudo está numa boa. Mas… Odeio gente lerda.

Listening: Behind The Sea – Panic! At The Disco.

Redação-Final

Redação-Final

Redação - Primeiro Draft

Redação - Primeiro Draft

Como estou com muita preguiça, vai ser só isso mesmo. Com imagens. Clique nelas, se quiser desfrutar melhor. =)

Introdução

Tudo ocorreu tão rápido. No dia 25 estava decidido que eu iria passar o natal com uma família comlobiana. Colômbia, idioma espanhol, é claro que me deu calafrios enormes, por sorte, há um australiano nesta família, então supus que eles iriam falar tudo em inglês.

But! Aconteceram algumas coisas e não deu pra passar o natal com eles. Logo, me tratei de arrumar alguma coisa pra fazer, daí eu me lembrei que um aussie havia me conivdado a passar o natal com a família dele. Lá, ele me convidou a uma viagem pra Sydney de… Carro.

Ora, de carro custa 11horas! São quase 900 kms de Melbourne, mas foi ótimo conhecer as cidadezinhas australianas. Saí as 7horas da manhã de casa. Foi horrível, tive que acordar 6:30, nem estava mais acostumado depois que entrei em férias. Durante a viagem, passei por Benalla, Beechworth, Wodonga, Holbrook, Little Billabong, Gundagai. Nessas cidades de nome excêntricas, você encontra pessoas mais simpáticas do que você imagina encontrar e com um sotaque um pouquinho diferente. Frustrante é que eles não me entendiam muito bem.

Beechworth.

Sydney

Sem dúvida alguma é maior que Melbourne. É notável que as ruas não foram planejadas chegando em alguns pontos ser bem confuso saber se você continua na mesma rua. Enfim, achei a cidade meio confusa, vire e mexe eu tinha que olhar no mapa para me dar conta onde estava. Há muitos policiais, nunca ouvi tantos sons de sirenes e nem tantos carros da polícia cortando a cidade.

A cidade tem muita gente. Bom, na verdade isso não é verdade. Acredito que o fato seja que o centro é bem condenso, então as ruas ficam entupidas facilmente.

Em alguns pontos do centro é possível ver um monotrilho elevado passando próximo a sua cabeça e quase batendo nos prédios.

A cidade com Opera House.

A cidade com Opera House.

Backpacker ou Hostel

Óh! Quem nunca foi pra Austrália e não ficou pelo menos um dia num albergue? Bom, a experiência não foi ruim, pois fiquei num quarto com um colega meu. Mas há quartos, onde você compartilha com pessoas que você nunca viu na vida e que podem ser facilmente um outro estrangeiro. É nesses quartos onde você sente mesmo o que é se alojar num albergue.

O local do backpacker fica num ponto da cidade, no qual eles chamam de Sydney CBD (Central Bussiness District). O único ponto negativo é que 5 minutos à pé (a oeste) você dá de cara com o Chinatown.

O backpacker era perto do monotrilho.

O backpacker era perto do monotrilho.


Manly Beach

O point dos brasileiros. Se não fosse pela alta quantidade de turista e tudo estar escrito em inglês, em alguns momentos, eu até diria que estive num Brasil diferente. O bairro dá com duas praias. Uma é bem pequeneninha com água cristalinas; outra é maior, lembrando as praias brasileiras. No dia em que estive lá a água estava muito gelada. Portanto nem nadei.

Manly Beach.

 

Opera House

Nada de espetacular. O burburinho que fazem daquele “edifício” é enorme. Eu esperava mais.

Ah! Acho que ele merecia um pouco mais limpeza. Encontrei bastante teias de aranha.

Opera House.

Habour Bridge

Eu só conhecia essa ponte por causa das imagens do ano novo que ocorrem por lá. A ponte é longa, grande e um fato que achei interessante é que dá pra subir nela. Difícil explicar, então ignore esse fato.

Harbour Bridge.

 

Darling Harbour

Lembra muito a Expo Aichi. Claro, no lugar de atrações entram restaurantes. A linha do monotrilho passa por lá também.
Tudo é muito bonitinho, então foi sem graça.

Darling Harbour.

Kings Cross

Cheio de pubs, night clubs e ruas as dão inúmeras curvas. É um bairro um pouco afastado do centro da cidade.

Fiquei meio fudido quando me barraram nos pubs só porque estava de short.

Quando estava indo pra lá, na Willian Street, bem na sua frente você encontra um enorme outdoor da Coca-cola. Beem capitalista.

Outdoor da Coca.

Outdoor da Coca.

Conclusão

Sydney é uma cidade bonita, mas não escolheria a cidade para morar. Prefiro Melbourne.

 

Ontem, inesplicavelmente, eu e mais algumas pessoas fomos ao um club no centro da cidade.

Desejo deixar bem claro que havia um aussie no meio, provando que eu não ando só com os xing-lings da vida. De fato, havia só uma chinesa. E de resto, ficou pra dois japoneses e um coreano.
Esse coreano está em todos os lugares. Ele que é engrena todo esse bagulho de pubs e clubs. Enfim, a vida boêmia. Nunca vi uma pessoa from “Extremo Oriente” ser tão “friendly”, especialmente com os aussies da vida.

Voltando ao ao pub. O valor da entrada é generosamente barato. Alguns pubs combram A$1, porém este nos custou A$5 – O que continua sendo barato, em comparação ao Japão.
Antes de entrar eles tiram uma foto sua, em prol de sua segurança. Bem tecnológico! =)
O espaço interno é bem amplo, bem, bem…
As bebidas, por sua vez eram caras. Uma Smirnoff fica por A$9.5; Uma Corona, A$7.5; Um chope, A$5.
O que eu fiquei locão foi que não havia só techno, eletrônica,  ocasionalmente numa outra parte do club, havia um showzinho duma banda cover. The Living End, Jet, The Ting Tings, MGMT e Kings of Leon não ficaram de fora. Muuito foda. Não houve nenhuma rodinha, nem mosh.

Mais um ponto pra balada australiana foi a interação entre as pessoas. Digo, cada um começa a conversar um com outro. E se você fica sentado no canto eles te puxam pra galera, afinal você tem que se divertir.

Flertagem é comum, mas não chega aos pés das baladas brasileiras.

Concluindo, gostei de ter ido ao nightclub e com certeza irei mais vezes. Principalmente agora que estou de férias. =)

Listening: P.U.S.A. – Mando Diao

…Pelo menos pros brasileiros.

Desde da época em que estava deixando de trampar na fábrica, eu já tinha percebido uma certa caída na produção. Mas até aí tudo bem, pois diziam que era normal caí no último semestre do ano.

Mas, agora as fábricas estão cortando milhares de brazucas, dando apenas teiji ou pior, dispensando os pessoal ao meio-dia. Não imaginava que chegaria a tanto.

Agora o povão está voltando ao Brasil. Mesmo assim a gente que nem consegue pagar pela passagem de volta. Poderiam fazer arubaito por um tempinho em qualquer estabelicimento japa, mas como nem todo mundo sabe  a língua, fica difícil.

Enfim, no final das contas ouvi dizer que tem gente roubando, dormindo em baixo da ponte…

Quer saber mais através da BBC?

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081124_japao_brasileiros_dg.shtml

Listening: Roulette – The Drive Back .

Pra quem não sabe, Melbourne é a capital do estado de Victoria.

Segundo o Wikipédia, a região Greater Melbourne conta com uma população de quase 4 milhões de habitantes. Pequena, comparando com a de São Paulo.

Quem disse que a cidade eh multi-cultural acertou em cheio. É comum você ver indianos, chineses. Há tanto chineses que até tem Chinatown.

A cidade é bem arborizada, bom pra quem sempre quer ficar na sombra, como eu.

O sistema de transporte… Wow! Na estação Southern Cross há um terminal de ônibus, mas quase você não encontra um pela cidade. Em vez disso, há muitos bondes. Dentro do bonde há somente o motorista e um aparelho. Quem mora na região, passa o cartão nesse aparelho. Pra quem não mora,  e veio de trem pra cidade, não é preciso pagar absolutamente nada. Não tem ninguém cobrando nada. Então, mesmo que eu more, dá pra andar de graça. Claro, se descobrirem, você paga uma multa de em torno de A$1000.

Surpreendentemente descobri que em Melbourne também ha praia. Surpreendente pois todo mundo disse pra mim que Melbourne é composta por apenas uma baía. De fato ela existe, só que ela faz parte da zona central, norte e oeste, mas não na parte leste.

Locais turísticos se encontram o edifício Eureka, que é o segundo maior edifício residencial da Austrália ou do mundo, não sei ao certo. Também, seus museus, igrejas (que não me interessa). Dá pra você atravessar a cidade pelo rio Yarra, como você estivesse em Veneza. Ou, você pode optar por andar à cavalo por algumas ruas do centro. Ou, o mais legal, você pode estar apto a ir ao ares, digo, ir ao ares por um helicóptero. Claro que pra tudo isso há um preço. =)

Tem muito restaurantes, de diversos gostos, mas a rede Subway predomina. Tem alguns restaurantes com mesas na borda do rio. O lugar se torna bem romântico, especialmente ao anoitecer.

Ow! Já ia me esquecendo: Há uma praça, a Federation Square, muito gente vai la pra… Conversar. Ou no dia que fui, era Melbourne Cup, então todo mundo estava vendo, pelo televisor enorme, os cavalinhos correndo. Muita gente fica também em frente a Biblioteca Municipal pra andar de skate ou conversar também.

Há muitas lojas e shoppings. Muitos estão com promoções, ou pelo menos estavam quando eu fui.

A DFO (Direct Factory Outlets) é cheia de descontos. Pra quem gosta de fazer compras, é um pra cheíssimo.

Nas duas vezes que eu fui pra lá, encontrei duas apresentações no mesmo lugar. Bom pra passar um tempo.

Chega de enrrolação e vamos pra fotos.

 

 

 

Listening: The Fratellis  -  Look Out Sunshine!

Peguei um Nokia 2670 por A$79 na companhia Optus.

Horrível! O design é bonito com preço bom, mas praticidade e conveniência decepcionanete. Como sinto saudade dos celulares nipônicos. O que me consola é que ele será temporário.

 

Cute, right?

Cute, right?

 

Listening: That’s Not My Name – The Ting Tings.

Bathroom, restroom e toilet é tudo a mesma coisa.

O bom da cidade de Melbourne é que você pode ter acesso em vários pontos da cidade entre variados tipos. Seja estilo “cabine”, seja em underground. Mijar nas calcas é que o que não irá ocorrer. Porém nem todos funcionam a 24horas e 7 dias por semana. Pros homens isso não é um grande problema, acredito.

Banheiro masculino.

Banheiro masculino.

 

Male Toilet.

Male Toilet.

 

Banheiro "underground".

Banheiro

 

Listening: Chelsea Dagger – The Fratellis.

Lembra do post “Aventura na bicicleta“, no qual disse bastante coisa, mas sem postar fotos?

Pois bem, está aqui.

Olha ae.

Olha ae.

 

A faixa.

A faixa.

 

Listening: The Enemy Are The Future – Late Of The Pier.